Reviews: Manganime


E a quartreview de hoje é sobre um dos animes que eu mais odeio na face da Terra. Lucky FODENDO Star, o câncer que fodeu a indústria de Anime assim como Naruto fodeu a base de fãs. Vomitado pelo estúdio Kyoani, responsável por outros moeshits como K-ON!, Haruhi e Clannad, Lucky Star é sobre as peripécias de Konata, que aparentemente é o que todo Moefag quer ser/ter. Uma loli com cabelo azul KAWAII DESU que fica bronhando pra jogos de putaria e vendo anime toda hora, embora os Moefags sejam mais parecidos com o pai dela, um pedófilo de merda que fica tirando fotos das amigas da filha, mas ao contrário do típico fã de Lucky Star, ele não é virgem.

Na rússia soviética o cosplay falho faz você!

Os episódios se concentram nas aventuras entediantes de Konata e suas amigas: Tsundere Maria-Chiquinha, Retardada irmã da Tsundere, Piranha de óculos e vários outros personagens sem importância. Dá para se ter um nível de quão edificante e emocionante o Anime é quando se passa um terço do primeiro episódio FALANDO SOBRE QUE LADO SE DEVE COMER DE UM CORNETO DE CHOCOLATE. NOSSA KYOANI, CONSEGUIRAM FAZER VER A PORRA DA TINTA DA PAREDE SECAR PARECER UMA MALDITA AVENTURA! DEPOIS DE SETE MALDITOS MINUTOS DESSA MERDA EU TIVE QUE PARAR PARA SOCAR UM PANDA DE TÃO FURIOSO QUE FIQUEI.

Nem Gantz seria capaz de algo tão sádico quanto obrigar alguém á assistir Lucky Shit.

Infelizmente para todos, mesmo sendo um anime de merda, Lucky Shit foi um sucesso absoluto e os escroques da Kyoani se parabenizaram ao vender bilhões e bilhões de bonecos, travisseiros e diversos outros produtos Lucky Star para Moefags cheios de grana para gastar para realizarem seu sonho de estuprar um travesseiro com a Konata estampada nele. Além disso, as dezenas de animes genéricos de escola que copiaram o estilo de Lucky Star acabaram por tomar o espaço que merecia á animações de qualidade. Diabos, eu aposto minhas bolas que Strike Witches 2 vai dominar o verão dos japas em audiência. É, a situação tá foda, negada.

GLÓRIA GLÓRIA ALELUIA!

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Ao ler isso você já está morto.

E a resenha dessa semana é do absurdamente influente, violento e awesome mangá Hokuto no Ken, ou Fist of the North Star.

História:

O planeta foi devastado pela terceira guerra mundial. O que sobrou  são gigantescos desertos e ruínas tão desoladas que fazem Mad Max parecer um filme sobre a floresta amazônica. Nesse mundo os fracos, os velhos, as mulheres e as crianças acabam se fodendo, porque o que rola é a lei do mais forte, e várias gangues de saqueadores/estupradores/assassinos saem por aí festando duro, mas como acabaram quase todas as armas de fogo, apenas a porrada conta. Kenshiro, um jovem mestre da arte marcial extremamente escrotíssima Hokuto Shinken (Que explode imbecis em rios de sangue), vaga a procura de sua amada Yuria, que foi raptada por Shin, um lutador da arte marcial iguamente escrota Nanto Seiken (Que corta imbecis em pedacinhos). Kenshiro é acompanhado de um casal de crianças que ele salvou de bandidos e enche de porrada qualquer vilão e meliante que aparece em seu caminho. Durante a história, Kenshiro enfrenta uma infindade de adversários valorosos, como o covarde Jagi, o cruel Souther e o infame Raoh. A história também introduz centenas dos clichês de shounens e animes de artes marciais.

Arte:

Pôster do filme mais recente.

O mangá conta com o traço do legendário Tetsuo Hara, icônico por mostrar fortões como fortões, feiosos como feiosos, beldades como beldades e carnificina como carnificina. Para ter uma idéia do nível de Hara, ele atualmente trabalha na prequel Souten no Ken, ambientada anos antes da história principal. Souten tem uma arte ainda mais detalhada, mesmo após Hara ter ficado cego de um dos olhos após pegar uma infecção!

Existem mais de 9000 paródias dessas rolando na net.

Masculinidade:

O Amor justifica a surra que vou te dar, putinha!

Oh, nem me faça começar. Hokuto no Ken é testosterona prensada. Sua macheza é para os Animes o que Braddock é para os filmes, Duke Nukem para os videogames, Wolverine para os gibis, Conan para a literatura e Manowar  para a música. De fato, após ler HnK pela primeira vez, ao desligar o PC eu percebi que meus colhões triplicaram de tamanho, minha barba cresceu de um cavanhaque patético para uma juba que faria Gimli e os anões do Senhor dos Anéis orgulhosos e minha voz engrossou á níveis Vaderescos. Uma transexual que leu o primeiro volume percebeu que o seu pinto cresceu de novo e triplicou de tamanho. Uma mulher que tocou na primeira página ficou grávida de trigêmeos. Esse é o nível de macheza que temos.

Os quatro irmãos Hokuto no centro. Da esquerda para a direita: Toki o Jesus Porradeiro, (Topo) Raoh o fodão, Kenshiro o herói e Jagi a bichinha que usa Escopetinha.

Fora das páginas:

NEM UM TANQUE DE GUERRA AGUENTA UM BILHÃO DE PORRADAS.

HnK foi adaptado diversas vezes para as telas. A mais conhecida é o anime de 1980, que apesar de não ter uma qualidade tão boa, é um clássico memorável. Além disso, filmes animados e OVAs saem quase todos os anos e até existe uma live action sofrível feito por Hollywood. Uma recomendação especial se faz ao jogo mais recente, Hokuto Musou, que foi feito pelo mesmo pessoal que fez a série Dynasty Warriors, e é uma adaptação excelente da história, levando em consideração até histórias “alternativas” caso as coisas acontecessem de forma diferente.

Nota final: 9/10. (Reduzido pelo fraquíssimo arco pós-Raoh.)

Links:

http://www.mangafox.com/manga/fist_of_the_north_star/ Leia aqui seu panaca!

http://hokutoarmy.wordpress.com/ baixe o anime e os outros mangás da série aqui!

E para terminar… Porque ser um capanga em HnK é uma merda: