O review de hoje é do jogo mais recente da série Metal Gear Solid, o afamado Peace Walker. Embora o jogo seja aclamado por diversos “críticos” e “fãs” afora, ele é razoávelmente medíocre e aqui está porque.

História 0/10:

Snake enfrentando uma cobra fantasma em Metal Gear Solid 3.

O Jogo conta a história de Solid Snake, que após derrotar Revolver Liquid em Metal Gear Solid 4, resolve montar uma companhia militar com seu amigo, Liquid Bom. Liquid Bom é o irmão bom do Liquid Snake que era o vilão do Metal Gear Solid original, o que explica eles serem parecidos. Eles são contratados por uma loli e um ciborgue para invadir a República Dominicana e ajudar a guerrilha de Fidel Castro á tomar o poder.  Lá eles raptam diversos soldados para se juntar ao grupo de guerrilha, mas encontram a resistência do FBI liderado pelo Hitman Assassino 47 velho.

Ele ainda tem a tatuagem na careca.

Hitman velho sequestrou Otacon, aleijou ele e o forçou a criar Metal Gears Peaces Walkers, que são superiores á Metal Gears comuns por serem feitos de adamantium. 4 deles foram criados: Tanque pequeno, Voador, Tanque grandão e bicho de quatro pernas, todos eles com uma falha estrutural que é a porra de um cilíndro gigante onde fica o piloto. Snake fácilmente derrota os quatro, impede que Hitman velho lance um míssil nuclear na Rússia e se revela como Che Guevara, se tornando ministro da agricultura cubana.

Como podem ver, isso é uma obra de propaganda dos japoneses para induzir nossas mentes a perverter a moral e a família e nos submeter ao jugo do cumunismo, o que vai contra a lei de jeesus.

Outra crítica vai para o fato de Snake Guevara enfrentar tiranossauros em missões aleatórias do jogo. É ridículo acreditar que o governo americano tenha dragões dinossauros capazes de soltar lasers da cauda. Por favor Kojima!

Isso é estúpido, os dinossauros são uma invenção dos evolucionistas.

Jogabilidade 0/10:

A jogabilidade é outro ponto fraco do jogo. Ao invés de usar mecânicas de primeira pessoa como vários outros jogos de ação, EMS insiste em utilizar uma mistura de terceira com primeira pessoa, além de fazer Snake ser um personagem muito frágil. Ora, ao invés de ser um fodão como eu acreditava, ele caiu com apenas algumas rajadas de metralhadora ao investir contra um bando de soldados! Como a Konami acha que vou poder avançar? Me escondendo deles? Sem falar que eu ainda recebo pontos negativos por matar guardas e inimigos, uma baboseira extremamente hippie que não é adotada em jogos de verdade como Half-Life e Gears of War. E pior, metade do jogo é de cutscenes, e não o tipo de ação desenfreada que se espera de um jogo de verdade.

Nota Final 0/10:

Finalmente, EMS é um jogo terrível, assim como outros de sua série

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