O Michelangelo de nosso tempo.

Segunda-feira postei fazendo uma introdução da falha viva que é Chris Chan, e o quartreview de hoje é dedicado á magnum opus do gordo autista, o legendário gibi SONICHU, infame na internet por diversos motivos.

O começo:

Porra, nem o Justiceiro atiraria nos joelhos de um cara desarmado. Que tipo de heroísmo é esse?

Sonichu foi criado em 2005 como uma tentativa de Chris de arranjar buceta. Estou falando sério, ele acha que isso vai ajudar ele á perder a virgindade. A história começa com um Pikachu observando uma batalha épica entre Sonic contra o chefão escroto de Sonic Advenuture 1. Durante a pancadaria, os dois se chocam e devido ao fato de Sonic estar carregado com “energia caótica do arcoíris” ou uma merda dessas, o Pikachu acaba sofrendo uma mutação horripliante e acaba se transformando na abominação que é Sonichu. A radiação gay restante acaba transformando um Raichu (Macho, porque  Chris desenhou ele com a cauda pontuda, o que é sinal de cromossomo Y de acordo com os jogos de Pokémon lolololol) em Rosechu, um clone retardado da namorada de Sonic. Aparentemente outros bilhares de Sonichus também foram criados fora da tela e mandados para o passado ou outra baboseira dessas. O começo do gibi trata de Sonichu enfrentando inimigos retardados ou coisa dessas, porque logo ele se torna um personagem inútil diante após ter o espaço roubado pelo magnífico CHRIS CHAN. Sim, ele se inseriu na história e acabou virando o personagem principal.

EGOMANIA:

Note que ele está tratando o aniversário dele como uma data importante para a humanidade. Isso dá uma noção do ego dele.

A partir daí a “história” de Sonichu virou algo bem mais bizarro. Chris Chan, prefeito (Ou Ditador absolutista e vagabundo de acordo com certas interpretações) da República Democrática do Povo de CWCville, descendente da tribo “Cherokiana” de “Índios BRANCOS” inimigos da tribo “Wasabi” (Sim, como o tempero de Sushi) e um maldito deus vivo, uma vez que ele é práticamente invencível no mundinho dele, capaz de soltar “Maldição-ha-me-has”, usar poderes psíquicos, acessar os poderes de qualquer Sonichu existente, invocar cartas de Yu-Gi-Oh e se transformar na porra de um Furry ainda mais apelão. Ainda assim, ele ainda não conseguiu arranjar buceta. ELE-Ó-ELE. Pior, a maioria dos vilões são pessoas que sacanearam ele na vida real, como diversos trolls, a reitora que expulsou ele da faculdade vagabunda que ele fazia, os autores da paródia Asperchu, os diversos policiais, seguranças e gerentes que o expulsaram de lojas por ele ser um gordo chato e o Conde Graduon, a personificação da falha dele de passar da faculdade.

“Arte:”

O único jeito de saber que o Chris está copiando um desenho é quando a qualidade pula de merda para medíocre.

Chamar Sonichu de arte lixosa é um insulto á arte lixosa. Diabos, um gibi do Liefeld parece a maldita Mona Lisa comparado. Primeiro! Chris usa COMIC SANS, a pior fonte do mundo, o que deixa seus erros de gramática ainda mais agravantes. Segundo! O gibi é desenhado com lápiseira e colorido com giz de cera, porque nem mesmo o fanzine mais vagabundo é feito dessa maneira. Terceiro!  Os personagens são desenhados de forma horrível, com proporções anti-naturais e formatos que mostram que foram desenhados na pressa. E por último! Há diversas páginas em que foi comprovado que o Chris passou a porra do lápis por cima de outras obras, o famoso tracing.

Eu sou um masoquista, onde posso ler essa afronta?

Eu não sei o que é melhor, o negão falando que o distintivo de madeira dele "foi delicioso" ou a placa "Virginia é para virgens".

Para um remake de Sonichu feito com arte que presta feito por uma Brasileira, clique aqui.

Para os audiobooks, uma versão narrada do gibi com quantidades absurdas de lulz e sarcasmo, clique aqui.

Para os quadrinhos originais, que NÃO SÃO RECOMENDADOS PARA MENORES DE 18 ANOS E PESSOAS COM MENTES FRÁGEIS, clique aqui.

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